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Pais e heróis: O dia dos Pais de quem batalha para salvar vidas em Schroeder




O bombeiro Maicon Cleison Martinelli, de 33 anos, deixará o dia dos pais “de lado” para abraçar a missão de salvar vidas. Foto: Arquivo

As sirenes tocam constantemente, as ambulâncias chegam em qualquer hora do dia e, nas mãos de bombeiros e profissionais de saúde, vidas são salvas todos os dias. Enquanto isso, em casa, os filhos sequer imaginam o quanto os pais são verdadeiros heróis garantindo que outros pais e filhos se reencontrem ao final do dia.

Aos 33 anos, o bombeiro Maicon Cleison Martinelli deixará o dia dos pais “de lado” para abraçar a missão de salvar vidas, mas sabe que conta com o amor e a compreensão das duas filhas, Natally, de 11 anos e Leticya, de 6. De plantão neste domingo, ele conta que, todos os dias, após o trabalho, a recompensa não vem em forma de presente, o “pagamento” é muito mais simples e significativo.

“Após um dia de trabalho o que eu mais quero é chegar, abraçar minhas filhas e sentir o amor delas”, fala. “Ser pai é uma honra, é uma alegria e uma satisfação poder ensinar para elas tudo que aprendemos com os nossos pais, ensinar a ter responsabilidade e o principal, ter caráter. Isso faz toda a diferença no mundo que estamos vivendo”, diz.
 
“Após um dia de trabalho o que eu mais quero é chegar, abraçar minhas filhas e sentir o amor delas”, Maicon Martinelli, bombeiro. Foto: Arquivo

Nas horas vagas, é claro que a atenção se volta para as pequenas. Brincadeiras e filmes tomam lugar do uniforme de bombeiro e, ao invés da correria na corporação, Maicon volta toda sua energia para Natally e Leticya.

“Sair de um plantão de 12 horas, chegar em casa e ver elas é uma honra, uma alegria que não posso explicar, uma satisfação de dever cumprido porque lidamos com muitas situações complicadas, mas saber que elas estão me esperando vale tudo”, finaliza.

Gratificante 

Na casa de Anderson Schulz não é diferente. O técnico de enfermagem tem três filhos, dois garotos de 13 e 3 anos e uma menina de 10 anos. Aos 35 anos, Anderson se divide entre os filhos e a missão de ajudar a salvar vidas há quatro.

Ao contrário de Maicon, Anderson teve sorte na escala de plantão de 12 horas por 36 e estará em casa no domingo dos pais. “É maravilhoso o momento de chegar em casa, rever a família e principalmente a felicidade e alegria com a qual me recebem. É o momento que vem na cabeça como é bom saber que alguém está esperando pela gente”, fala.

 
 
“É maravilhoso o momento de chegar em casa, rever a família e principalmente a felicidade e alegria com a qual me recebem”, Anderson Schulz, técnico de enfermagem. Foto: Arquivo

Quando não está lutando pela vida da comunidade no P.A. de Schroeder, Anderson tem suas preferências nas brincadeiras: jogar bola. Além disso, os filmes e passeios são constantes entre os quatro. “Ser pai com certeza é muito gratificante. As ideias e pensamentos mudam totalmente. Hoje, minha alegria é a alegria e o bem-estar deles”, finaliza.
O técnico de enfermagem Anderson Schulz teve sorte na escala de plantão e estará em casa no domingo dos pais. Foto: Arquivo





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