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Campanha em Schroeder orienta sobre canais de denúncia contra violência sexual infanto-juvenil




Foto: Divulgação

24 de setembro é o Dia Estadual de Combate à Violência e à Exploração Sexual Infanto-Juvenil. Tem por objetivo conscientizar as pessoas sobre a gravidade e a importância do conhecimento sobre o tema. A violência sexual é a violação dos direitos sexuais, no sentido de abusar ou explorar do corpo e da sexualidade de crianças e adolescente. Classificado em abuso sexual (extrafamiliar - quando não há vínculo com a família ou não é parente - ou intrafamiliar) ou exploração sexual.

O abuso sexual é a violação praticada por um adulto ou alguém mais velho em relação a uma criança ou adolescente, com o intuito de se satisfazer sexualmente, se privilegiando de poder e autoridade. Isso inclui palavras obscenas, exposição dos genitais ou de material pornográfico, telefonemas obscenos, sexo oral, vaginal ou anal. A criança ou o adolescente vive uma experiência sexualizada que está além de sua capacidade de entender ou consentir o ato.

Já a exploração sexual é o uso de criança ou adolescente para obter lucro, troca ou vantagem. Há de quatro formas: prostituição, tráfico, pornografia e turismo sexual.

Sinais:
- A criança passa a agir de modo totalmente diferente do usual;
-Tem mudanças repentinas de humor e prefere ficar sozinha;
- Era muito comunicativa e passa a ser calada ou era calma e está agressiva;
- Alteração na qualidade do sono Ex. Terror noturno;
- Evita ficar perto ou parece ter medo de algum familiar;
- Mostra-se muito próxima de familiar ou conhecido com quem tinha pouco contato;
- Volta a ter comportamentos infantis já abandonados como fazer xixi na cama, chupar dedo ou chorar sem motivo aparente;
- Mostra medo na hora de dormir ou ainda ficar sozinha;
- Apresenta mudanças na alimentação e até na forma de se vestir;
- Tem dificuldade de se concentrar e se recusa a participar de atividades escolares;
- Começa a fazer desenhos inapropriados e brincadeiras que reproduzem comportamentos adultos de cunho sexual;
- Apresenta vestígios físicos como marcas de agressão, doenças sexualmente transmissíveis e até mesmo gravidez.

Para ter uma comunicação eficaz, o Conselho Tutelar de Schroeder orienta a falar de maneira direta para a criança o que deseja e o que está incomodando. “Não rotule, não coloque apelido na criança. Procure a maior clareza na comunicação para explicar o que há de inadequado na sua conduta. Assuma o que está sentindo. Escute com interesse as razões e argumentos da criança. Considere que não há privilégios, tratos ou normas especiais por ser pai, mãe ou educador. Devemos ficar atentos a todos. Você pode agir: Faça bonito! Proteja nossas crianças e adolescentes”.

Se souber de alguma suspeita ou sabe que alguma criança ou adolescente esteja sofrendo alguma violência sexual, denuncie: para o Conselho Tutelar no 3374-0489 (WhatsApp) ou 98805-4850 (plantão/sobreaviso), para a Policia Militar no 190 ou no disque 100 - Direitos Humanos.





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